Polêmica na CDHM

No dia 10 de abril o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) se reuniu com líderes parlamentares e com a Mesa Diretora da Câmara para discutir sua situação na presidência da CDHM (Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara ). E mais uma vez foi alvo de polêmica por declarar que só renunciaria ao cargo se os réus do Mensalão: José Genoíno (PT-SP) e João Paulo Cunha (PT-SP) saíssem da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). Feliciano disse que fará reuniões abertas, mas que pode recorrer novamente a medidas como a retirada de manifestantes ou a mudança de plenário caso os protestos impeçam o trabalho do colegiado.

Desde o dia 07 de março quando o parlamentar, que é pastor da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento, foi designado à presidência da CDHM, a Câmara dos Deputados vive uma espécie de “guerra santa”. E Feliciano está sendo pressionado para deixar o comando da comissão, pois é acusado, por suas declarações, como racista e homofóbico.

De acordo com o regimento da Casa, ele não pode ser destituído do cargo, porém deputados que são contra a permanência de Feliciano defendem, a partir de agora, que encontrem uma alternativa regimental para permitir a retirada de um presidente de comissão.

Fonte:
EFE
Folha S.P.

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