Goiânia recebe a categoria pela 16ª vez

Confirmado para o dia 9, domingo, no Autódromo Internacional Ayrton Senna, o GP Crystal vai aproximar o Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck do complemento de sua primeira metade. A quarta das dez etapas vai levar os caminhões mais rápidos do mundo pela 16ª vez ao circuito de Goiânia (GO). A etapa integra o calendário desde a criação da Truck, em 1996, e só não foi realizada nas temporadas de 2006 e 2010.

A corrida de junho será a primeira da história da Truck em Goiânia sem Renato Martins no grid. Focado neste ano no gerenciamento de sua equipe, a RM Competições, o paulista foi quem mais comemorou vitórias no circuito de 3.835 metros – foi o primeiro colocado nas edições de 1996 e 1998, época em que ainda competia com caminhões Scania, e repetiu o resultado em 2001, já com um Volkswagen, marca representada pela RM até hoje.

Quatro dos 26 pilotos inscritos venceram duas vezes a etapa goiana. Djalma Fogaça, piloto da 72 Sports/Ford Racing Trucks, ganhou em 1997, com um Volvo, e em 2003, com Ford. Roberval Andrade foi o vencedor em 2002 e 2008, sempre com Scania. Wellington Cirino é outro com duas vitórias, obtidas com Mercedes-Benz em 2005 e 2011. Valmir Benavides, hoje na Scuderia Iveco, levou os caminhões Volkswagen à vitória em 2007 e 2009.

A Fórmula Truck volta a Goiânia para o GP Crystal tendo em destaque o duelo entre pilotos de caminhões Mercedes-Benz pela primeira posição na tabela de pontos. O paulista Paulo Salustiano, da ABF Racing Team, comanda a classificação com 70 pontos, apenas um à frente do gaúcho Régis Boessio, da ABF Desenvolvimento Team. Eles foram os vencedores das duas últimas corridas de 2013, nas pistas de Londrina (PR) e de Caruaru (PE).

Equipe Lucar Motorsports
Segundo Luiz Lopes, piloto da equipe Lucar Motorsports, patrocinado pelo jornal O Retrato, revista Em Dia e L&L Veículos, a etapa de Goiânia promete expectativas para um bom resultado. “Esse circuito é de pista em alta e para isso precisaremos usar muito do freio. É pensando nisso e até mesmo pelo curto espaço de tempo entre as duas etapas, que a nossa equipe apostou em fazer poucas mudanças no caminhão e investiu nos freios. Neste circuito muitos pilotos chegam ao final da corrida sem freio, por isso é necessário reforçar a atenção com este item”, conta.

Já quando o assunto é a largada, Luiz revela: “Vou tentar fazer uma saída um pouco mais à frente. A corrida de Caruaru foi uma etapa de recuperação e a da Goiânia será de resistência”, finaliza. O jornal O Retrato trará uma cobertura sobre o evento. Confira!

Fonte:
Fórmula Truck

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