Alimentação e a enxaqueca

A enxaqueca começa com uma dor latejante na cabeça, incômodo com a claridade, visão turva e até mesmo enjoo. As crises normalmente têm fundo genético e fatores como o estresse, a desidratação e o excesso no consumo de determinados alimentos, que são capazes de influenciar no aparecimento dos sintomas, influenciando diretamente na intensidade do problema.

Alguns especialistas identificaram alimentos que têm maiores chances de levar a uma crise nas pessoas predispostas. Entre eles estão: vinho tinto, queijo curado, peixe defumado, fígado de galinha e figo.

De acordo com informações da Sociedade Internacional de Cefaleia (HIS), o excesso de cafeína presente em café, chás verde e preto, refrigerantes e chocolate, contribui para a enxaqueca. Se você está acostumado a ingerir esses alimentos diariamente e pretende reduzir o ritmo, a recomendação da instituição é parar aos poucos, já que interrupção repentina também pode gerar uma crise. Para reduzir a incidência de crises, o consumo constante de alimentos ricos em magnésio, como pães e cereais integrais, sementes e verduras, é uma ótima opção.

Fazer refeições saudáveis em intervalos regulares é outro hábito importante na prevenção da enxaqueca. A alimentação normaliza a taxa de açúcar no sangue, que quando baixa, e associada ao estresse, pode causar o problema. Se você sofre de enxaqueca, a HIS sugere atenção ainda a alimentos como as frutas cítricas, nozes, sorvetes, pratos muito condimentados e molhos ricos em glutamato monossódico.

Fonte: Terra

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CONSULTORIA:
Dr. Rodrigo Federico – Cirurgião Plástico – CRM 111685
Dra. Paula C. F. Stempniewski – Nutricionista – CRN- 3: 28.748/P

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