Acredite, um espírito baixou em mim reestreia no Tatuapé

A peça conta a história de um homossexual assumido, inconformado com a própria morte, que foge do céu para viver novas experiências e acaba criando uma grande confusão após incorporar num machista radical.

Com direção de Sandra Pêra e texto de Ronaldo Ciambroni, a peça é comandada por Ilvio Amaral e Mauricio Canguçu, atores que já têm no currículo espetáculos de grande sucesso de público e crítica, como: A idade da Ameixa e Os sem Vergonhas, peças dirigidas por Guilherme Leme. Além de a Saga da Senhora Café, dirigida por Marília Pêra, Deus lhe Pague dirigida por Bibi Ferreira, entre outros.

Na comédia Acredite, um espírito baixou em mim Ilvio Amaral interpreta Lolô, personagem que morre durante um acidente de carro. Sem acreditar na própria morte, ele se nega a ficar no céu e volta à terra. Aos poucos, ele vai descobrindo seus poderes e fazendo uma série de atrapalhadas até incorporar no machista noivo de uma perua ciumenta.

Mauricio Canguçu interpreta Vicente, personagem machista e noivo de Normanda e recebe a interferência do Espírito Lolô. Já Adriana Ferrari dá vida a Normanda, noiva de Vicente, personagem ciumenta que se depara com diversas situações inusitadas do seu noivo.

A peça que reestreia no dia 15, sexta-feira, fica em cartaz até o dia 30 de agosto no Teatro Fernando Torres (entre os dias 12 e 14 de junho não haverá espetáculo). Confira uma entrevista com Ilvio Amaral e Mauricio Canguçu, atores da peça!

O RETRATO – Em 2014 a peça foi sucesso de público no Teatro Fernando Torres e agora vocês estão retornando para mais uma temporada. O que esperam para essa reestreia?
Ilvio Amaral - Esperamos mais sucesso em 2015…risos. É para isso que estamos torcendo. Achamos que a temporada foi curta e o público perguntava por que havia sido tão curta. Então resolvemos realizar essa segunda temporada.

OR – A sintonia e a parceria de vocês Ilvio Amaral e Mauricio Canguçu é incontestável. Vocês trabalham há muito tempo juntos?
Mauricio Canguçu - Acreditamos que sim, pois são quase 30 anos em cena juntos. Essa relação faz com que possamos nos conhecer apenas pelo olhar e, além disso, também temos uma grande admiração um pelo outro. Acredito que no dia em que isso acabar, a parceria também acaba.

OR – A peça já levou ao teatro mais de 2 milhões de pessoas e já virou filme. Qual a receita para tanto sucesso?
Ilvio - Não há receita, caso contrário todos os espetáculos seriam sucesso. Acredito apenas que alguns elementos colaboram para isso, como um texto engraçado, bons atores em cena, um bom cenário, figurinos e estar no teatro certo. Esses são apenas alguns itens que colaboram para o sucesso da peça.

OR – Durante a peça além de o público se divertir muito, é perceptível que vocês também se divertem no palco. Vocês acreditam que o bom trabalho caminha junto com a diversão?
Mauricio - Sim. A plateia interage muito conosco e gosta de ver o entretenimento dos atores, acho que é uma simbiose. É uma energia que flui entre atores e plateia, criando cumplicidade. Acho que no que parar de me divertir com meu trabalho paro de fazer. Não faz sentido não ter prazer.

Promoção
Os leitores do jornal O Retrato que recortarem esta matéria e apresentarem na bilheteria do teatro pagarão apenas R$ 20,00 no ingresso da sexta-feira ou do domingo e R$ 25,00 na entrada aos sábados (cada recorte é válido para no máximo quatro ingressos).

SERVIÇO:
Teatro Fernando Torres
Rua Padre Estêvão Pernet, 588
Tatuapé – Tel.: 2227-1025
De 15 de maio a 30 de agosto (entre os dias 12 e 14 de junho não haverá espetáculo).
De 6ª, às 21h30; sáb., às 21h e dom., às 19h. – Ingressos: 6ª e dom., R$ 50,00. Sáb., R$ 60,00
Classificação: 14 anos

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